III CONBRALE
III CONGRESSO BRASILEIRO SOBRE LETRAMENTOS E DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM

Repensando processos de ensino e de aprendizagem para melhor atender às demandas educacionais

18 a 20 de novembro de 2021 - Online
Submeta seu trabalho

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Período de Submissão

Os trabalhos (Pôster e E-book), bem como os resumos para avaliação de Comunicação Oral serão submetidos por sua área de participantes até a data: 11/10/2021

Módulo de submissão

Os trabalhos poderão ser enviados nas modalidades: Comunicação Oral, Pôster e E-book

Conheça nossos grupos de trabalho

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Grupo de Trabalho

Este GT tem o objetivo de reunir pesquisas, concluídas ou em andamento, e relatos de experiências que reflitam sobre a abordagem do texto literário na educação básica ou superior, privilegiando a formação do leitor literário; problematizem aspectos históricos e conceituais da escolarização da literatura; discutam o lugar do professor como leitor e mediador na abordagem da literatura na escola; Abordem os lugares e modos de leitura dos leitores literários com o advento das novas tecnologias.

Coordenadores:
Itamar Mateus Muniz de Mello
Pedro Caio Sousa Almeida
A produção textual é uma atividade própria do ser humano, em seus aspectos subjetivos, e essencialmente social. De forma coletiva e social, por envolver prescrições estabelecidas por determinado grupo/comunidade, e individual por considerar o contexto e a subjetividade dos envolvidos no trabalho da escrita de textos. Nesse sentido, consideramos que a produção textual, em qualquer nível de escolaridade, deverá considerar o contexto, aspectos sociais e culturais dos envolvidos (escritores e leitores). O objetivo do GT é reunir estudos, pesquisas que contemplem a análise do trabalho docente com a produção escrita de textos em sala de aula, sob diferentes perspectivas teóricas. Do ponto de vista metodológico, o GT abrange pesquisas qualitativas, filiadas ao campo aplicado de estudos da linguagem, ensino e formação, nas quais a geração de registros tenha sido feita através de pesquisa colaborativa ou pesquisa ação, e a análise tenha privilegiado os elementos processuais da didatização, evidenciando o trabalho com a produção textual na perspectiva do texto como processo.

Coordenadores:
Francisco de Assis Soares da Silva
Waldilson Duarte de Barros
Leonardo Araújo Diniz
O GT organiza-se em torno de discussões que fomentem modos, práticas e olhares sobre como se ensina, o que se ensina e quem aprende. Busca estabelecer diálogos com propostas didático-pedagógicas que pensem o que fazer e para quem fazer a educação, proporcionando ao educando um ensino capaz de viabilizar uma aprendizagem correspondente ao ritmo e às dificuldades e enfrentadas pelos alunos. Também discutir as práticas dispedagógicas de ensino, muitas vezes inconscientes, que mais dificultam do que ensinam.

Coordenadores:
Ana Paula Augusta da Silva Fernandes
Everton William
Este GT tem por objetivo discutir resultados de pesquisas qualitativas, filiadas ao campo aplicado de estudos da língua(gem), sobre a formação de professores, à luz da perspectiva teórico-metodológica do Interacionismo Sociodiscursivo (ISD), representado por Jean-Paul Bronckart (1999; 2006) e colaboradores Schneuwly, Noverraz e Dolz (2004), Machado (2009). Assim, serão aceitos trabalhos que dialoguem sobre formação nas IES (inicial, continuada e formação profissional), ações docentes em diversos contextos (remoto, híbrido e presencial), além de relatos reflexivos de experiências sobre avanços e desafios de ensino no contexto atual, nos estágios, projetos de iniciação à docência (PIBID e Residência Pedagógica) e de iniciação científica (PIBIC), dentre outros, com ênfase na importância da didatização para o desenvolvimento do ensino/aprendizagem de Língua e de Literatura ou em outra área do conhecimento.
Coordenadores:
Iara Francisca Cavalcanti
A proposta do GT é reunir discussões, práticas e modos de abordagem da leitura lúdica, nas séries iniciais e demais séries da educação básica, considerando o momento de iniciação/aquisição da leitura crucial para o desenvolvimento de leitores competentes (demais séries) e para a educação dos sentidos quanto aos jogos linguísticos proporcionados por textos e temas adequados para os momentos de leitura de crianças e jovens leitores.

Coordenadores:
Carlos Eduardo Albuquerque Fernandes
O GT propõe uma discussão acerca das práticas dos múltiplos letramentos no contexto de ensino e aprendizagem que abordem a perspectiva das leituras de resistência. Pretende-se debater sobre as práticas de leituras realizadas no contexto escolar, problematizando o que se aprende e como se aprende na escola, investindo na perspectiva da função dos docentes no espaço da sala de aula para o trabalho com as leituras resistentes para a formação de alunos/sujeitos críticos.

Coordenadores:
Micaela Sá da Silveira
Este GT propõe a discussão sobre o ensino de línguas estrangeiras na educação básica como uma prática de letramento. Considerando os Parâmetros Curriculares Nacionais – Ensino Fundamental (Brasil, 1998) e as Orientações Curriculares para o Ensino Médio (2006) e a BNCC (2018), entende-se que o ensino de línguas estrangeiras envolve questões de cunho social e político. Portanto as aulas de línguas devem capacitar o aluno a realizar atividades que permitam a aprendizagem da LE a partir de temas que fazem parte do seu contexto (ou não). A partir dessa prática, ele poderá ampliar seus conhecimentos e favorecer seu desenvolvimento como cidadão. Considerando o exposto anteriormente, é de fundamental importância que os profissionais da educação na área de LE, direcionem suas atividades docentes para as práticas de letramento.

Coordenadores:
Celso José de Lima Júnior
O Currículo, construção interessada e endereçada, é perpassado por relações de poder que se dão num espaço cultural de disputas entre seus agentes. Problematizar o Currículo se faz necessário e urgente diante o acirramento das disputas educacionais que tentam manter as definições do sujeito balizadas numa cultura binária inconteste. Considerando sua historicidade, o Currículo possibilita desterritorializações dos marcadores essencialistas de gênero, raça/ etnia, geração, religião, classe e sexualidade; nos permite produzir táticas que visem tornar o planejamento pedagógico e a formação dos professores ferramentas para pensar a diferença como algo propositivo e positivo. Excluir tais discussões das pautas que envolvem o ensino e a aprendizagem é abdicar da oportunidade de discutir sobre existências, repensar sentidos do viver, potencializar experiências que se dão no cotidiano escolar a despeito de nossos preconceitos e/ou visões de mundo particulares.

Coordenadores:
Rozeane Porto Diniz
Letramento literário circunda a relação leitor e escritor, elaborando o exercício sociabilizado na instituição escolar por meio da leitura de textos literários, sejam estes canônicos ou não. O texto literário não deve ser observado simplesmente como uma formação textual, pois sinaliza para a construção de novos caminhos acerca da interpretação de mundo vivenciado por escritor e leitor sujeitos envolvidos no processo de aprendizagem. A escola configura-se como principal premência de letramento, no entanto, podemos observar que algumas leituras de textos literários, apesar de práticas com êxito não tem conseguido formar um razoável leitor literário. O presente GT receberá trabalhos, que possam contribuir para orientação de um leitor, oferecendo os instrumentos indispensáveis para que se elaborem leituras, sem, contudo, desconsiderar as práticas de letramento literário realizadas pelos próprios alunos.

Coordenadores:
Giovanna de Araújo Leite
Francisco de Assis Rodrigues Lima
Discutimos o ensino de português, considerando a necessidade de apropriação por parte do professor das diversas concepções de língua, de linguagem e de gramática. Entretanto, assumimos uma perspectiva que defende um ensino conectado às situações de uso, considerando os contextos sociais diversos, ou seja, uma gramática vinculada à interação. Vislumbramos uma prática de ensino que observe as relações entre formas e funções, e o consequente embate entre instabilidade e estabilidade, caracterizador do sistema gramatical. Desse modo, projetamos uma aprendizagem baseada na contextualização da gramática, privilegiando as atividades epilinguísticas sem menosprezo às metalinguísticas.

Coordenadores:
Marta Anaísa Bezerra
Noelma Cristina Ferreira dos Santos
Camilo Rosa Silva
Este grupo tem como objetivo recepcionar estudos e pesquisas concluídas ou em andamento que versem sobre as políticas educacionais que se relacionam a reforma curricular do ensino médio, a base nacional comum curricular e suas proposituras, observando suas aplicações, implicações e impactos na escola e nas experiências e vivências docentes no contexto atual. Propõe ainda, abarcar trabalhos sobre as políticas para formação de professor, inicial e continuada, bem como promover o debate em torno da precarização do trabalho docente e os processos de ensino e aprendizagem atuais que focalizem as políticas de educação para a diversidade e inclusão.

Coordenadores:
Juscelino Francisco do Nascimento
Este GT acolhe trabalhos cujo enfoque esteja relacionado à abordagem, e, sala de aula, tanto das diferentes manifestações poéticas do oral, quanto das expressões típicas das culturas tradicionais de borda. Incluem-se neste rol a cantoria de repente, o cordel, a embolada, o aboio, o rap, as rezadeiras, dentre outras, além das culturas religiosas de matriza africana cujo ritual seja regido pela força da voz.

Coordenadores:
Marcelo Vieira da Nóbrega
Edmilson Ferreira dos Santos
O objetivo deste Grupo de Trabalho é proporcionar um momento de interação entre alunos, professores e pesquisadores que trabalham e pesquisam no universo do ensino de Língua Espanhola e suas literaturas. Serão aceitos trabalhos que apresentem temáticas relacionadas ao ensino de Língua Espanhola, à formação de professores de língua, aos documentos que orientam o ensino de Língua Espanhola no Brasil, às literaturas espanhola, inserindo também as das micro-nações espanholas e Hispano-americanas.

Coordenadores:
Alessandro Giordano
A proposta do GT é reunir trabalhos cujas propostas se relacionem às seguintes questões: 1) abordagem da literatura infantil e juvenil na escola, com fins à formação de leitores; 2) experiências de leitura literária com crianças e jovens leitores em outros espaços sociais; 3) leituras crítico-analíticas de textos literários destinados especialmente aos públicos infantil e juvenil; 4) a literatura infantil e juvenil no contexto das mídias e redes sociais; 5) representações culturais e temas problemáticos na literatura infantil e juvenil; entre outras propostas que discutam a literatura infantil e juvenil no âmbito da educação e/ou da crítica e teoria literárias.

Coordenadores:
Kalina Naro
Ana Lúcia Souza
O Simpósio tem como objetivo central refletir sobre o ensino de literatura de cordel, no ambiente escolar, como ferramenta de representação cultural, histórica e memorialística. Aceita trabalhos que compreendam o cordel como gênero literário e, assim, procurem analisar o processo de leitura, escrita e valorização da cultura popular; que busquem compreender a formação e as discussões de variação linguística no desenvolvimento dos folhetos; estimular a produção e composição de versos e jogos de linguagem (glosa) nos diferentes segmentos de ensino; fortalecer a pesquisa e o interesse pela literatura oral e de caráter formativo; observar a literatura de cordel como instrumento de ensino de língua(gem), de reconhecimento identitário e de representação política e social.

Coordenadores:
Rildo de Deus e Melo Júnior
Mirandolina Alvares de Deus e Melo Neta
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